O Chelsea faturou essa Champions League de forma indiscutível

O Manchester City era favorito na final da UEFA Champions League 2020/21 contra o Chelsea. O City é considerado por muitos o melhor time da atualidade, e depois de dominar a Premier League mais uma vez, parecia que era a hora de dominar a Europa.

Parece que tínhamos esquecido que essa era a primeira final do Manchester City, enquanto o Chelsea disputava sua terceira final e já tinha vencido uma… E mesmo com tudo isso, o City era, sim, favorito.

Mas, o Chelsea tinha outros planos!

Depois de ficar longe de encher os olhos ma fase de grupos, o Chelsea chegou para as oitavas contra o Atlético de Madrid como zebra. Afinal, o Atleti dominava o Campeonato Espanhol naquele momento.

Mas, o Chelsea tinha outros planos!

Agora sob o comando de Tnomas Tuchel, o Chelsea completamente dominou os espanhóis e passou com tranquilidade para as quartas de final, onde enfrentou o Porto, e o time português até que não foi um adversário simples, mas o Chelsea passou para as semis para enfrentar o todo poderoso Real Madrid. E claro que o Real, maior campeão da história da competição, era favorito.

Mas, o Chelsea tinha outros planos!

Os Blues completamente dominaram, de novo, um time de Madrid. O Real não levou perigo nos 180 minutos e o Chelsea passou com tranquilidade para a grande final. E nessa grande final o Manchester City, que completamente dominou a Premier League e jogava o melhor futebol da Europa, era o favorito.

Mas, o Chelsea tinha outros planos!

Thomas Tuchel não tentou “reinventar a roda”. Simplesmente colocou em campo o seu melhor time, que já vinha vencendo seus jogos, pra faturar a Champions League. Diferente de Guardiola, que foi “inventar” de jogar sem volante (deixando Gundogan, artilheiro da temporada do City, como primeiro volante) e começar com Sterling, que não vinha jogando bem esse ano.

O resultado todos já sabemos: O Chelsea foi bem melhor e mais efetivo durante os 90 minutos. Foi capaz de executar seu plano de jogo e explorar os buracos do City … buracos deixados especialmente pela falta de um volante no meio do campo. E foi justamente por esse buraco que Mason Mount achou um lindo passe para Kai Havertz, que marcou o gol do título aos 42 minutos de jogo.

Foi somente aos 64 minutos de jogo, quando Guardiola colocou Fernandinho no lugar de Sterling, que o City passou a ser mais seguro no meio campo, recuperando bolas com mais rapidez. Mas já era tarde.

O Chelsea se defendeu muito bem, liderado pelo incansável e incrível N’Golo Kanté, que foi o melhor em campo. O pequeno francês não só quebrava ataques dos Cityzens, mas também iniciava os ataques dos Blues com maestria. Kanté puxou o (contra) ataque inúmeras vezes, mostrando porque é considerado por muitos (incluindo por mim) o melhor volante do mundo há anos.

Parabéns ao Chelsea pelo título merecido (diferente de 2012 quando venceu sem ser o melhor time em campo durante a maior parte da competição). Agora o Chelsea tem dois títulos de Champions League, e se coloca oficialmente entre os gigantes da história do futebol. Hoje, não tem como discutir: o Chelsea não é só gigante do futebol atual … é um gigante na história do esporte.

O Manchester City ainda tenta chegar lá, e está no caminho certo.

Até a próxima…

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