Encontro de dois gigantes, com seus treinadores fazendo trabalhos pequenos

O primeiro jogo das oitavas de final da Copa do Mundo 2018 será entre França e Argentina, nesse sábado pela manhã – duas das maiores seleções do mundo, com alguns dos melhores jogadores do planeta em campo.

Porém, tudo isso será liderado por dois treinadores que fazem um trabalho que não condiz com o tamanho dessas seleções.

🇫🇷 FRANÇA 🇫🇷

Quem acompanha o Best Soccer Pack sabe que o Didier Deschamps é muito criticado por aqui. Ele tem na mão um time espetacular, mas até agora a França não jogou nada além de um futebol mediano … e isso não é algo novo.

Essa França de Deschamps foi capaz de perder a final da Eurocopa 2016 para uma Seleção de Portugal SEM Cristiano Ronaldo. É quase inexplicável … quase, se não fosse Deschamps no comando. Só nessa Copa podemos ver vários pontos negativos.

Algumas escalações bizarras do treinador, como começar com o fraco Pavard na lateral-direita ao invés de Sidibe, que é muito mais jogador (jogou a terceira partida e foi bem melhor). Começar com o Giroud também é muito difícil de entender considerando a qualidade nesse time.

Não podemos esquecer das mexidas inexplicáveis de Deschamps. O melhor exemplo foi na estreia, quando a França estava empatando com a Austrália e precisava buscar o gol – Deschamps tirou Griezmann e Dembele para colocar Giroud e Fekir … não faz sentido.

Com o talento disponível, essa França deveria ter passeado num grupo muito fraco. É claro que isso pode no mudar confronto de oitavas de final com a …

🇦🇷 ARGENTINA 🇦🇷

Quando a Argentina nomeou Jorge Sampaoli como seu treinador, confesso que fiquei empolgado para ver o seu estilo ofensivo e divertido com o talento ofensivo dos hermanos. Mas, como me enganei!

Há um ano no comando, Sampaoli segue completamente perdido. Eu nem preciso falar da convocação, porque o seu trabalho na Copa do Mundo 2018 beira o cômico.

Ele escala lateral de zagueiro, meia de lateral … como entender isso? E aí tem as duas decisões mais ridículas e absurdas de Sampaoli: o uso excessivo do fraquíssimo Meza e a total falta de uso do craque Dybala.

No jogo decisivo contra a Nigéria, quando ainda estava 1×1 e a Argentina precisava de pelo menos mais um gol, Sampaoli colocou Meza no lugar do Di Maria sendo que Aguero e Dybala ainda estavam no banco. Como entender isso?

Nos três primeiros jogos Dybala jogou pouco mais de 20 minutos, todos na derrota para a Croácia. Um verdadeiro absurdo.

No sábado um desses dois treinadores dará adeus à Rússia. O vencedor poderá facilmente usar o momento positivo para engatar uma boa sequência e chegar numa final, pois talento os times têm … mas o trabalho terá que melhorar.

Até a próxima …

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